A web, ao que parece, foi o grande veículo de comunicação das Olímpiadas de Beijin, no Brasil os portais de noticias registraram audiências que podem ser consideradas de massa, acima da casa de dez milhões de internáutas o que é um número mais do que átraente para o mercado. A primeira cobertura ao vivo de jogos olímpicos, através da web, de forma gratuita, foi um sucesso no Brasil e pode ser considerado um marco na história da evolução do veículo, dadas as circunstâncias desse fenômeno, vale registrar.
É verdade que o horário das competições tirou de cena a mídia impresa e favoreceu a web, o canal de comunicação para se acompanhar a qualquer hora e em qualquer lugar (casa, universidade, trabalho) o andamento das provas, mas é importante ressaltar que o mundo online ofereceu um cardápio de conteudo diferenciado que nenhum outro veículo apresentou. Os portais ofereciam a cobertura das competições ao vivo, mas também o quadro de medalhas atualizado por minuto, tabela de recordes, currículos dos atletas, fotografias de bastidores, entrevistas, cobertura de outros canais da web no mundo, infomagramas, tabelas comparativas e um mundo de informações atraente para o leitor.
Tudo isso fez a diferença e esse comportamento do internauta receptivo ao modelo de conteúdo oferecido certamente deve influenciar a cobertura de outros meios, em especial a TV que será eftivamente digital, com recursos de interatividade já testados e consolidados, nas olímipadas de Londres, em 2012. E claro, os jornais e revistas cujo desafio será re-inventar a reportagem, um modelo de cobertura que os diferencie e valorize
Obs: Os números divulgados apontam para 17 milhões de usuários no UOL, 13 milhões no Terra e 33% de incremento de audiência do Portal IG, durante os jogos olímpicos.
Nelson Cadena
Fonte: Nelson Cadena
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