Henfil não morreu

Jornais e Revistas


Por Karina Padial

Há 20 anos, quando Henrique de Souza Filho, o Henfil, morreu, estavam do lado da cama apenas Lucinha - a última mulher dele - a mãe dela, o irmão Betinho, Maurício Maia, e o amigo Humberto Pereira, hoje editor-chefe do "Globo Rural". Pereira se lembra que Henfil era tão generoso que preferia não dividir o sofrimento da morte com mais ninguém. Pudesse, teria partido discretamente, ao contrário do que foi sua vida de andanças, esparramando a tinta indignada de seus desenhos pelo país e fazendo barulho por onde passava. Quando morreu, Henfil já era considerado o gênio do traço na mesma medida que agora, duas décadas depois, todos os cartunistas e caricaturistas do país o reverenciam como pessoa e como profissional. Seu trabalho permanece atual, suas críticas continuam pertinentes e sua memória, viva nas recordações dos amigos que tiveram o privilégio de conviver com ele.

Para construir um perfil sobre o Henfil, Revista IMPRENSA foi atrás de algumas dessas pessoas que conviveram com o artista em diferentes momentos de sua trajetória e registrou depoimentos que trazem para essas páginas retratos de seu modo de vida, características de sua personalidade e detalhes de seus traços. 
 

Para ler os depoimentos: http://portalimprensa.uol.com.br/revista/edicao_mes.asp?idEdicao=11&idMateriaRevista=123
 


Fonte: Portal Imprensa





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