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Neil Ferreira

Neil Ferreira nunca foi dono de agência, mas sua criatividade é cobiçada pelas maiores delas. Dois filmes do início da década de 80 premiados com Leão de Ouro no Festival de Cannes exemplificam essa atração. O primeiro é o comercial “Morte do Orelhão”, para a Telesp, contra o vandalismo nos telefones públicos; o outro é o filme “Banheiro”, que marcou a estréia do inesquecível Baixinho da Kaiser. Personagem criado por Ferreira, além de quebrar a hegemonia de ingleses e americanos em Cannes nos comerciais de cerveja, recebeu um elogio do diretor mais premiado da história do festival, Joe Pytka, que declarou ser aquela a melhor idéia que já tinha visto na categoria. Ambos foram criados quando Ferreira estava na DPZ, agência em que trabalhou durante 17 anos (12 seguidos). Vindo do jornalis-mo, onde passou pelos jornais Diário da Noite e Folha de S.Paulo, Ferreira entrou para a publicidade na década de 60, na CIN. Além da DPZ, também atuou na Standard, Almap, Norton, SGB e Salles. (Foto Caio Ferrari)

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