Se publicitário vende até a mãe, quem será a mãe da publicidade?
Autor:
Asdrúbal Borges Formiga Sobrinho, Doutorando em Psicologia pelo IP–UnB, mestre em Comunicação pela FAC–UnB e professor do curso de Comunicação Social da Universidade Católica de Brasília O artigo é produto do Projeto de Pesquisa Saber Comunicacional: um olhar epistemológico sobre a construção e o ensino da Teoria da Comunicação,
vigente na Universidade Católica de Brasília – UCB, desde o início de 2007.
Resumo:
Este artigo parte do princípio de que a linguagem pode ser estudada com base na estrutura e nos contextos sociais, históricos e culturais que envolvem sua circulação e significação. A reflexão se dá em torno do papel social da linguagem da publicidade, com base na teoria das representações sociais, de Moscovici. Ponderações sobre a crítica de Giddens ao estruturalismo e ao pós-estruturalismo foram fundamentais para o estabelecimento do eixo temático. O emprego de conceitos como cultura e memória, da semiótica da cultura de vertente russa, deve-se ao fato de estarem estreitamente relacionados com a construção lingüística e histórica do pensamento e do comportamento, razão pela qual os conceitos podem dialogar com teorias e objetos de estudo da comunicação e da psicologia social.
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Trabalho apresentado no XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação / Intercom 2007
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